acordediscorde

Discussão, estudo e troca de idéias sobre temas bíblicos e contemporâneos

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Diz o dito popular: "a pressa é inimiga da perfeição".

Se a pressa é inimiga da perfeição;
A demora é amiga da omissão.
O equilíbrio é amigo da perfeição e inimigo da omissão.

Use o bom senso! Nábulus, pensador cristão
PAVONEAR

Dia desses assisti um documentário, se bem me lembro no Canal “Animal Planet”, que mostrava as qualidades de várias aves, dentre elas o pavão, ou o senhor Pavão, tratamento que outorgo aqui por sua calda maravilhosa e multicolorida, em verdade, mais apropriada para os dias do “tríduo de Momo” que para as campinas verdejantes onde se contrasta.

DESVANTAGENS DO PAVONEAR
A exuberante calda em forma de leque que tem como finalidade única seduzir a fêmea, é um fator de desvantagem, ao contrário do que possa parecer, pois o destaca aos olhos de seus predadores e lhe inviabiliza a arte de voar, que é a principal característica de uma ave que se preze como tal, mais, dificulta sua defesa por desequilibrar-lhe, tornando-o vulnerável e mais propício para viver em um recinto fechado de zoológico que em seu ambiente natural.
Fantástico! Em nome da perpetuação da espécie o que não faz um macho por uma fêmea?!
Porém, a figura mostra que quem se pavoneia demonstra ter cabeça pequena, escamoteada no meio da beleza das penas da calda, abre seu maravilhoso leque esquecendo que ele tolda a sua visão posterior totalmente deixando-o exposto, anda com dificuldade devido ao peso da armação das alegorias que carrega, é sempre citado como motivo de chacota. Fechando a calda ninguém se detém diante dele, pior, no quesito interesse pessoal tira sempre nota baixa, pois ninguém sabe o que faz o Pavão, tirante o ato de exibir sua calda.

VANTAGEM DE SABER PAVONEAR
O pavão se pavoneia para a fêmea, mostrando-lhe a calda aberta, tendo uma finalidade nobre: perpetuar a espécie, gerar iguais a ele. É sua vocação, ainda que lhe custe a própria vida. Assim segue seu ritual rigorosamente.
O problema está com os que o imitam no pavonear-se, porque para quem e para que o fazem? De quem querem chamar a atenção? Há nobreza em suas intenções? Seguem o rito da natureza que lhes foi outorgado? Estão certos ou errados ao fazê-lo?
Não sei responder! Sei, no entanto, que se quem tem uma bela calda e não se pavoneia dela, esperando que alguém reconheça a sua beleza e peça que a exiba para elogiá-la, verá que o que nem calda tem para exibir, mas sabe se pavonear, o faz de tal forma que acaba por ofuscar e ridicularizar toda a beleza do que a tem, provando que de nada vale uma bela calda para quem não anseia ter ou não quer ter o “talento do Pavão”.
Quem não sabe se vender, eu por exemplo não sei, cuidado, acaba vendido!
Pastorzinho, o senhor fez uma bela conclusão, mas, a rigor, o senhor está agradecendo o fato de ser vendido. Eu acho que não foi isso que o senhor quis dizer.

Cláudio Pinto Pr

MAYZA, O MUNDO QUE CAIU

O diretor Jaime Monjardim que um dia dirigiu a novela pantanal, que colocou em polvorosa e pânico, toda a poderosa máquina noveleira do concorrente, revelou agora uma outra faceta de sua vida ao dirigir a história bibliográfica de sua própria mãe, a célebre cantora Mayza, o que para um filho convenhamos não deve ser fácil.
Um dia cruzei com ele em meus tempos de publicitário e ele nesse tempo buscava financiamento para seus projetos, e me surpreendeu ao dizer que ser filho de gente importante não lhe facilitava as coisas como eu imaginava.
Lembrando-me desse momento resolvi assistir aquela mini-série, confesso que isto é coisa incomum para mim, pois sou avesso a rotina, mas pude descobrir que ele não fez a série para explorar a fama de sua mãe e se locupletar com ela, nem tentou lhe dar uma aura de deusa dos fracos e oprimidos, ou musa dos injustiçados uma vítima do capitalismo selvagem, uma idealista que abriu mão de tudo por sua arte, como é lugar comum. Não em muitos momentos senti que ele era cruel com ela e com sua memória revelando coisas que só um filho magoado, renegado e esquecido, podia extravasar, e que só quem viveu algo semelhante pode entender, pois é fácil nos apiedarmos dos nobres, dos famosos das celebridades, e entendermos os seus dramas e reclamos, pois vivemos de quimeras, mas muito difícil tomarmos conhecimento do rastro de tristeza e destruição que eles deixam em sua caminhada obstinada pelo sucesso, fama e pela chamada realização pessoal, a qual se sobrepõe a qualquer outro afeto e justifica qualquer atitude irracional em nome do chamado “amor a arte”, seja qual for.
Mayza fez parte da minha vida, pois na minha juventude mundana ela ocupava todos os espaços da mídia com seu inegável talento canoro, tributos a ela, porém confesso que o mais importante para mim de toda a mini-série foi o momento dramático da cena do internato onde um filho doente desprezado e carente implorava solitário e até dissimulando um pouquinho de atenção e de amor materno, e recebeu como resposta que se recebesse um beijo de sua mãe em sua face, poderia contaminá-la atrapalhando seus compromissos, e se afastou dele com um solene “tchauzinho” e a declaração inerente ao momento: “saiba que eu te amo meu filho”. Creio que antes de querer contar a história de sua famosa e notável mãe, ele fez essa série para contar a ela e a todos a sua história, o que em vida ele talvez não possa ter feito.
Em busca do sucesso até mesmo os pastores e líderes abandonam a seus filhos e nem se apercebem disso, talvez se nossos filhos pudessem teatralizar as sua vidas como o fez o Jaime Monjardim, nos ficaríamos surpresos com o enredo de nossa própria existência, e veríamos que a nossa biografia como ocorreu a Mayza, não é tão bela e heróica como a princípio concebemos, mas que existem cenas que gostaríamos de eliminar.
Em tempo; no jovem Jaime Monjardim que encontrei, não havia nada espalhafatoso ou que chamasse atenção, nenhum adereço de protesto, nenhuma palavra de rebeldia, mas uma intenção clara de querer se realizar sem usar a fama de sua mãe, ou do pai, o que creio conseguiu, não vi também nenhum sinal de ser evangélico.
Creio que devemos aprender, não com as novelas do mundo, nefastas, mas com as novelas que dia a dia o mundo nos conta, para que possamos um dia trabalhar para transformar o mundo como nos determinou Jesus e não para justificá-lo com a nossa vida e ações, diante de Deus. (Ez 16: 51 e 13)

Cláudio Pinto Pr

MAYZA, O MUNDO QUE CAIU

O diretor Jaime Monjardim que um dia dirigiu a novela pantanal, que colocou em polvorosa e pânico, toda a poderosa máquina noveleira do concorrente, revelou agora uma outra faceta de sua vida ao dirigir a história bibliográfica de sua própria mãe, a célebre cantora Mayza, o que para um filho convenhamos não deve ser fácil.
Um dia cruzei com ele em meus tempos de publicitário e ele nesse tempo buscava financiamento para seus projetos, e me surpreendeu ao dizer que ser filho de gente importante não lhe facilitava as coisas como eu imaginava.
Lembrando-me desse momento resolvi assistir aquela mini-série, confesso que isto é coisa incomum para mim, pois sou avesso a rotina, mas pude descobrir que ele não fez a série para explorar a fama de sua mãe e se locupletar com ela, nem tentou lhe dar uma aura de deusa dos fracos e oprimidos, ou musa dos injustiçados uma vítima do capitalismo selvagem, uma idealista que abriu mão de tudo por sua arte, como é lugar comum. Não em muitos momentos senti que ele era cruel com ela e com sua memória revelando coisas que só um filho magoado, renegado e esquecido, podia extravasar, e que só quem viveu algo semelhante pode entender, pois é fácil nos apiedarmos dos nobres, dos famosos das celebridades, e entendermos os seus dramas e reclamos, pois vivemos de quimeras, mas muito difícil tomarmos conhecimento do rastro de tristeza e destruição que eles deixam em sua caminhada obstinada pelo sucesso, fama e pela chamada realização pessoal, a qual se sobrepõe a qualquer outro afeto e justifica qualquer atitude irracional em nome do chamado “amor a arte”, seja qual for.
Mayza fez parte da minha vida, pois na minha juventude mundana ela ocupava todos os espaços da mídia com seu inegável talento canoro, tributos a ela, porém confesso que o mais importante para mim de toda a mini-série foi o momento dramático da cena do internato onde um filho doente desprezado e carente implorava solitário e até dissimulando um pouquinho de atenção e de amor materno, e recebeu como resposta que se recebesse um beijo de sua mãe em sua face, poderia contaminá-la atrapalhando seus compromissos, e se afastou dele com um solene “tchauzinho” e a declaração inerente ao momento: “saiba que eu te amo meu filho”. Creio que antes de querer contar a história de sua famosa e notável mãe, ele fez essa série para contar a ela e a todos a sua história, o que em vida ele talvez não possa ter feito.
Em busca do sucesso até mesmo os pastores e líderes abandonam a seus filhos e nem se apercebem disso, talvez se nossos filhos pudessem teatralizar as sua vidas como o fez o Jaime Monjardim, nos ficaríamos surpresos com o enredo de nossa própria existência, e veríamos que a nossa biografia como ocorreu a Mayza, não é tão bela e heróica como a princípio concebemos, mas que existem cenas que gostaríamos de eliminar.
Em tempo; no jovem Jaime Monjardim que encontrei, não havia nada espalhafatoso ou que chamasse atenção, nenhum adereço de protesto, nenhuma palavra de rebeldia, mas uma intenção clara de querer se realizar sem usar a fama de sua mãe, ou do pai, o que creio conseguiu, não vi também nenhum sinal de ser evangélico.
Creio que devemos aprender, não com as novelas do mundo, nefastas, mas com as novelas que dia a dia o mundo nos conta, para que possamos um dia trabalhar para transformar o mundo como nos determinou Jesus e não para justificá-lo com a nossa vida e ações, diante de Deus. (Ez 16: 51 e 13)

Cláudio Pinto Pr

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

o equilibrista

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

LHC 09

Ainda está bem vivo na mente de todos o maior naufrágio da história do “inafundável” Titinic, do qual se disse pela sua tecnologia perfeita que “nem Deus pode afundar”, reverbera ainda em nossos ouvidos as palavras de Trancredo Neves um dia antes de sua pretensa posse: “agora nem Deus pode me impedir de ser presidente” e assim através dos tempos a palavra pronunciada por homens desmorona com todas as suas garantias. .
Quando entrou em operação o LHC (Grande colisor de Hadrons) houve muita preocupação, pois ao se tentar reproduzir o hipotético Big Bang da criação, que de teoria já virou verdade, poderia se criar acidentalmente o temível “Buraco Negro’, o canibal do universo, foram dadas todas as garantias que era impossível tal ocorrência, que só um leigo poderia prognosticar tal falha em tão portentoso e avançado aparato manipulado pelos mais nobres e competentes cientistas internacionais.

Pois é, dez dias depois, puf!!! O Grande Colisor de Hadrosns pifou!!! Mostrou-se tão infalível quanto as garantias dadas pelos cientistas sobre sua perfeição tecnológica.
Na porta de entrada dp laboratório do LHC sugiro uma placa:
“Big Bang II adiado, em breve em nosso “Grande colisor de Hadrons!”, claro se um buraco negro não o tragar antes e a todos nós, vivo, não perca!

Cláudio Pinto Pr

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Sabedoria popular, mas não verdade absoluta
Devagar se vai ao longe diz o dito popular; depressa também se vai,e mais rápido.
LHC, A MÁQUINA DO FIM DO MUNDO OU DO JUÍZO FINAL

O que seria esta misteriosa sigla?
Um novo partido político, uma variedade de colesterol, um novo imposto, as iniciais de um notável estadista, ou um novo comando de informática?
Nada disso, são as iniciais de “Large Hadron Collider” que traduzido para o português significa: Grande Colisor de Hadrões. É um aparato que custou 4 bilhões de euros, sendo a maior máquina do planeta, tendo um perímetro de 27Km de extensão com um total de 9300 magnetos supercondutores em seu interior. E também conhecida nos meios científicos como “a máquina do fim do mundo, ou do juízo final”.
Entrou em funcionamento na fronteira Franco-Suíça no mês de setembro de 08 e pretende através do choque de partículas provar a teoria do “Big Bang” uma hiper explosão inicial que segundo a ciência teria dado origem ao universo, proposta aceita quase sem resistência pela humanidade, como o são também a teoria da evolução das espécies e a procedência do homem de seu antecessor o macaco, embora essas hipóteses não tenham nenhum fundamento verdadeiramente comprovado se constituindo apenas em elucubrações da criatividade humana em suas ações empíricas.
Interessante ser está máquina, fruto da mais alta tecnologia existente, sido chamada de “máquina do fim do mundo ou do juízo final”. Dizemos isto, conhecendo que o maior temor do homem é ter um dia que comparecer ante tão pavoroso juízo, o qual está narrado no livro do Apocalipse com as seguintes palavras: “E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu, e não se achou lugar para eles”. Ap 20: 11. O homem aceita qualquer teoria por mais frágil que seja, que possa, negando a bíblia e a existência de Deus, confortá-lo o livrando do abominável e desprezível “juízo final”. O grande dilema do homem natural o qual e em essência descrente, é sem dúvida o juízo final, pois qual seria a sua sorte diante desse tribunal se a própria terra e o céu onde repousa toda a sua segurança, fugiram dele nesse momento? Quem o defenderia se rejeitam a Jesus o único advogado? Desculpem, o nosso assunto não e este e o LHC o acelerador de partículas, voltemos a ele.
Esse nome surgiu do temor de que esta experiência possa gerar o chamado “buraco negro” o qual pelo seu poder de densidade e gravidade poderia destruir a terra, pois embora saibamos como criá-lo, não saberíamos após como eliminá-lo, fato que é porém negado pelos cientistas. Isso ocorreria acidentalmente numa tentativa de se reproduzir através do choque de partículas o comprovante da grande explosão que originou a tudo.
Só uma coisa é certa, se não se criar um buraco negro ocasional , nem se comprovar através do acelerador LHC o efeito gerador do “Big Bang” se criara o que poderemos chamar de um “buraco branco”, ou seja um grande vazio que levará a ciência ao marco zero sobre o assunto e a recomeçar as pesquisas sobre a criação inicial, voltando a fonte, a Bíblia, que embora no início fale desse assunto que é agradável, no epílogo traz a revelação do terrível e desprezível “juízo Final”. Que irônica e negra tragédia!
Quem sabe se Deus em sua infinita misericórdia e em seu poder de transformar maldições em bênçãos, não possa mudar essa máquina feita com o propósito de negá-lo como o supremo Criador, em motivo de salvação do homem descrente, mudando os objetivos e fazendo da LHC, Lager Hadron Collider, uma sigla que signifique: “Ligação do Homem a Cristo”.
Para o homem isto é impossível, mas lembre-se que: “para Deus nada é impossível” como está descrito em LC 1: 37.

Cláudio Pinto Pr

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

CAOS, A COISA MAIS VISÍVEL DAS INVISÍVEIS

Fonte: Informações astronômicas da série “O Universo“ do History chanell

Romanos 8: 22 diz que “toda a criação geme e está com dores de parto até agora”, isso inclui até mesmo o universo, parte da criação.

Seria isso verdade?

Vejamos:
* Um buraco negro espreita oculto em algum ponto do espaço sideral, dotado de uma força de atração gravitacional descomunal da qual nem a luz escapa, sugando tudo que se aproxime dele, estrelas, meteoros, planetas, etc de forma insaciável, num incomensurável poder de aniquilar

* Um meteoro em sua trajetória, dispara pelo espaço sideral vertiginosa e ininterruptamente e ao encontrar um corpo celeste que cruze o a sua órbita, produz um resultado sempre devastador, catastrófico, caótico

* Nuvens de gazes letais passeiam pelo universo infinito, invisíveis e inodoras, muitas vezes são a cauda de cometas errantes, se a terra cruzar ocasionalmente através dela toda a vida como a conhecemos, poderá ser destruída nesse encontro.

* O nosso Sol, lança na atmosfera constantemente, tempestades magnéticas chamadas de vento solar, se um dia elas em grande escala, atingirem a terra o efeito produzido será devastador para a vida e para todo o planeta

* Sempre que podem estrelas canibalizam outras que passem em suas imediações, ainda que ao final, pelo acúmulo de energia se desfaça numa fantástica explosão.

* Matéria e anti-matéria perambulam pelo universo, são opostos idênticos, ao se encontrarem se atraem e se englobam se aniquilando e se desfazendo em energia.

* A ciência afirma que galáxias inteiras se chocam e nesse embate de forças naturais, a maior absorve a menor como num jogo de come-come de vídeo game, a menor desaparece absorvida pela maior

* Explosões continuas, sacodem o espaço, são estrelas que explodem, que implodem, são forças que se movem e atuam umas sobre as outras em constante movimento e mutação sempre com efeito cataclísmico e destruidor

* Na terra relâmpagos riscam os céus em explosões fenomenais produzindo num segundo mais energia que usinas terrestres trabalhando o ano inteiro

* A atmosfera produz intempéries destruidoras como tufões, ciclones, tempestades, furações, tornados, tsunames, etc, que devastam tudo o que estiver em seu caminho

* A terra produz desde seu centro vulcões que quando ativos exterminam tudo ao seu redor num raio de muitos quilômetros

* Os animais, mesmo sabendo serem irracionais, se aniquilam ininterruptamente e de maneira cruel dilacerante e dolorosa a nossos olhos, no que chamamos olimpicamente de “cadeia alimentar”, ou classicamente de “lei da sobrevivência das espécies”

* Os homens, tidos como racionais, em muitos casos são pior que os animais e também fazem o pior com os animais e com o próprio planeta onde vivem. São eles que têm capacidade de constatar que o Universo é caótico, mas por também serem caóticos não enxergam, em grande maioria, o próprio caos em que estão mergulhados.

* Rm 8: 23 diz: E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção de nosso corpo” e no verso 19 lemos: “Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus”. Se somos filhos de Deus, grande é a nossa responsabilidade para com a criação.

* A terra só não foi destruída por estar em um canto da via láctea, onde o perigo de colisão é muito menor que no aglomerado caótico e central da galáxia, e por ter o planeta/estrela, Júpiter por seu escudeiro, ele atrai para si, o que deveria vir para nós, e porque existe um Deus que está por detrás disso tudo controlando soberanamente todos esses detalhes.

* O universo é um lugar enganoso, pois aparentemente estável e pacífico, é na verdade instável, explosivo, violento e caótico, e está continuamente tentando se destruir, como Deus diz sobre o caos na Bíblia.

* Estando eu errado por favor, me corrijam, estando eu certo, tremam!

Cláudio Pinto Pr