Amo o Pleonasmo
Amo o pleonasmo, pois ele me faz repetir
Nele tudo ganha mais força, maior vigor
O pleonasmo me conduz à redundância
E isto redunda em um reforço da reflexão
O pleonasmo me faz refletir, é um exagero que aclara
Deixando tudo nítido, o que é necessário
Num mundo obscuro, onde em oculto
Tudo se decide, na calada da noite
Onde nas entrelinhas se acha o escape
Onde nas distorções se busca a verdade
Onde o sofisma ganha contornos de realidade
Onde a verdade não tem que ser a verdade
Só precisa parecer ser a verdade
O pleonasmo é abominável
Pois a redundância, esclarece o óbvio
E isto o torna desprezível aos olhos do interesse
Por ser redundante o pleonasmo não é dúbio
Repete-se para ser exatamente o que é
Por isso é tão rejeitado, por ser transparente, autêntico
Melhor que deixasse uma dúvida
Um ponto de interrogação para ser manipulado
Como tudo que é explícito, ele é tido por horroroso
Mas... o pleonasmo é: conjuntamente junto, sempre!
Inteiramente completo, encarando de frente o fato real
Aborda detalhes minuciosos, sem outra alternativa
Atuando juntamente com a redundância
Prova que ambos os dois, podem, conviver juntos
Para que o texto fique absolutamente claro
Sem pedir retoque em seu acabamento final
Ele permite expressarmos expressamente o desejado
Sermos absolutamente exatos e verdadeiramente veros
Se nossas leis fossem redundantes em seu texto
Teríamos uma justiça mais justa
E muitos mais meliantes, presos em cadeias
E a comunidade social seria muito mais segura.
Desculpem se fui pleonasticamente redundante
Mas creio que você entendeu.
Nota: Chacrinha disse:
Não vim para esclarecer, mas para confundir, e foi adorado!
O pleonasmo veio para esclarecer e por isso é odiado
O mundo gosta de confusão, porque ela confunde e deixa tudo “confuso”.
Como disse o Chacrinha: Tudo na mais perfeita confusão!
Cláudio Pinto
Nele tudo ganha mais força, maior vigor
O pleonasmo me conduz à redundância
E isto redunda em um reforço da reflexão
O pleonasmo me faz refletir, é um exagero que aclara
Deixando tudo nítido, o que é necessário
Num mundo obscuro, onde em oculto
Tudo se decide, na calada da noite
Onde nas entrelinhas se acha o escape
Onde nas distorções se busca a verdade
Onde o sofisma ganha contornos de realidade
Onde a verdade não tem que ser a verdade
Só precisa parecer ser a verdade
O pleonasmo é abominável
Pois a redundância, esclarece o óbvio
E isto o torna desprezível aos olhos do interesse
Por ser redundante o pleonasmo não é dúbio
Repete-se para ser exatamente o que é
Por isso é tão rejeitado, por ser transparente, autêntico
Melhor que deixasse uma dúvida
Um ponto de interrogação para ser manipulado
Como tudo que é explícito, ele é tido por horroroso
Mas... o pleonasmo é: conjuntamente junto, sempre!
Inteiramente completo, encarando de frente o fato real
Aborda detalhes minuciosos, sem outra alternativa
Atuando juntamente com a redundância
Prova que ambos os dois, podem, conviver juntos
Para que o texto fique absolutamente claro
Sem pedir retoque em seu acabamento final
Ele permite expressarmos expressamente o desejado
Sermos absolutamente exatos e verdadeiramente veros
Se nossas leis fossem redundantes em seu texto
Teríamos uma justiça mais justa
E muitos mais meliantes, presos em cadeias
E a comunidade social seria muito mais segura.
Desculpem se fui pleonasticamente redundante
Mas creio que você entendeu.
Nota: Chacrinha disse:
Não vim para esclarecer, mas para confundir, e foi adorado!
O pleonasmo veio para esclarecer e por isso é odiado
O mundo gosta de confusão, porque ela confunde e deixa tudo “confuso”.
Como disse o Chacrinha: Tudo na mais perfeita confusão!
Cláudio Pinto
