AOS AMERICANOS, A AMÉRICA
O mundo está em crise, o pânico se instalou em todas as bolsas de valores do mundo, tal como pedras de dominó, na qual caindo a primeira as demais vão sucessivamente se deitando sendo o responsável pela queda da primeira também o responsável pela queda das demais. Essa crise nasceu no ventre de uma única nação, a América, como dizem ufanisticamente enchendo a boca de orgulho os seus secretários, nação cuja ação foi de derrubar de forma insana a primeira peça.
A pergunta que cabe é: qual América?
Existem três Américas ou quatro contando-se a América Latina. Foi a América do norte, claro, se excluindo dela o Canadá e o México, que para eles nada representam por estarem além de suas fronteiras geográficas.
Esta nação desconhece o que ocorre além de sua visão do horizonte, colocando por exemplo Buenos Aires como capital do Brasil, que por sua vez e tida como a capital da Colômbia, pois confessam nada saber sobre paises “asiáticos”. São como aqueles que outrora nada sabiam do que acontecia no pais, além de Jagarepaguá
Eles são a América como dizem de forma usurpadora, se apropriaram do nome sem para isso terem pago nenhum centavo de royalt a Vespúcio, não tem sequer um nome de batismo como nação, sendo conhecida apenas pela sua organização instituicional e política com o nome técnico de “Estados unidos”.
Como uma nação cristã, se sentaram a calcular se podiam construir e acabar, edificaram como orienta Lc 14: 28, mas se esqueceram de calcular se os que comprariam teriam condições de pagar, se omitindo displicentemente venderam a pessoas a quem o tempo mostrou serem inadimplentes com as quis foram compassivos.
O que fizeram recebe internacionalmente o nome pomposo de “especulação imobiliária”
Dando certo o lucro seria só deles e tudo ficaria em segredo em casa, como alias ocorreu na primeira e segunda guerra mundial onde de toda a tragédia eles saíram no lucro, e nunca dividiram nada com ninguém, nem com o seu quintal, como eles mesmo se referem a América do Sul. Ocorrendo prejuízo porém, dividem “solidariamente” com o resto do mundo, semeando a parte podre do chamado “capetalismo selvagem” entre todas as nações, afetando de forma desigual as mais pobres com problemas que deveriam ser só seu e resolvido internamente e com rigor.
É um pais cristão que amou o mundo e o que nele há, e por isso tem sido exemplo de injustiça e decadência moral diante de nações incrédulas ou idolatras, que deveria ser motivo de bênção as nações e está levando a elas as maldiçoes econômicas que produz, provocando reações como a do presidente do Brasil que disse: Quando estávamos mau você não ajudou, agora que estamos progredindo você vem atrapalhar Busch!
Esse é o clima de recepção das nações em desenvolvimento em todo o mundo em relação a essa crise, “americana” que mal administrada internamente acabou exportada e rateada entre todos, grandes e pequenos.
E a única coisa que os dois candidatos a presidência da América pensam nesse instante e: quem, de nos dois, vai tirar mais vantagem e se beneficiar eleitoralmente dessa crise?
Cada um dos dois candidatos do qual um será o futuro presidente desse pais, se volta de forma total para as benesses provenientes do sofrimento que eles causaram a economia mundial, mas que poderá lhes aquinhoar com a eleição a presidencia da “América”.
E concluem valeu a pena o sofrimento de todos para que nós fossemos beneficiados, pois querendo ou não o resto do mundo, apesar do peso dos latinos e do Canadá, nós somos a “América”
Word, go home! Cláudio Pinto Pr
O mundo está em crise, o pânico se instalou em todas as bolsas de valores do mundo, tal como pedras de dominó, na qual caindo a primeira as demais vão sucessivamente se deitando sendo o responsável pela queda da primeira também o responsável pela queda das demais. Essa crise nasceu no ventre de uma única nação, a América, como dizem ufanisticamente enchendo a boca de orgulho os seus secretários, nação cuja ação foi de derrubar de forma insana a primeira peça.
A pergunta que cabe é: qual América?
Existem três Américas ou quatro contando-se a América Latina. Foi a América do norte, claro, se excluindo dela o Canadá e o México, que para eles nada representam por estarem além de suas fronteiras geográficas.
Esta nação desconhece o que ocorre além de sua visão do horizonte, colocando por exemplo Buenos Aires como capital do Brasil, que por sua vez e tida como a capital da Colômbia, pois confessam nada saber sobre paises “asiáticos”. São como aqueles que outrora nada sabiam do que acontecia no pais, além de Jagarepaguá
Eles são a América como dizem de forma usurpadora, se apropriaram do nome sem para isso terem pago nenhum centavo de royalt a Vespúcio, não tem sequer um nome de batismo como nação, sendo conhecida apenas pela sua organização instituicional e política com o nome técnico de “Estados unidos”.
Como uma nação cristã, se sentaram a calcular se podiam construir e acabar, edificaram como orienta Lc 14: 28, mas se esqueceram de calcular se os que comprariam teriam condições de pagar, se omitindo displicentemente venderam a pessoas a quem o tempo mostrou serem inadimplentes com as quis foram compassivos.
O que fizeram recebe internacionalmente o nome pomposo de “especulação imobiliária”
Dando certo o lucro seria só deles e tudo ficaria em segredo em casa, como alias ocorreu na primeira e segunda guerra mundial onde de toda a tragédia eles saíram no lucro, e nunca dividiram nada com ninguém, nem com o seu quintal, como eles mesmo se referem a América do Sul. Ocorrendo prejuízo porém, dividem “solidariamente” com o resto do mundo, semeando a parte podre do chamado “capetalismo selvagem” entre todas as nações, afetando de forma desigual as mais pobres com problemas que deveriam ser só seu e resolvido internamente e com rigor.
É um pais cristão que amou o mundo e o que nele há, e por isso tem sido exemplo de injustiça e decadência moral diante de nações incrédulas ou idolatras, que deveria ser motivo de bênção as nações e está levando a elas as maldiçoes econômicas que produz, provocando reações como a do presidente do Brasil que disse: Quando estávamos mau você não ajudou, agora que estamos progredindo você vem atrapalhar Busch!
Esse é o clima de recepção das nações em desenvolvimento em todo o mundo em relação a essa crise, “americana” que mal administrada internamente acabou exportada e rateada entre todos, grandes e pequenos.
E a única coisa que os dois candidatos a presidência da América pensam nesse instante e: quem, de nos dois, vai tirar mais vantagem e se beneficiar eleitoralmente dessa crise?
Cada um dos dois candidatos do qual um será o futuro presidente desse pais, se volta de forma total para as benesses provenientes do sofrimento que eles causaram a economia mundial, mas que poderá lhes aquinhoar com a eleição a presidencia da “América”.
E concluem valeu a pena o sofrimento de todos para que nós fossemos beneficiados, pois querendo ou não o resto do mundo, apesar do peso dos latinos e do Canadá, nós somos a “América”
Word, go home! Cláudio Pinto Pr

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